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domingo, 5 de agosto de 2007

Sem saber o que escrever, esta calor...

Vou tentar elaborar um post sem saber o que vou escrever.
Estamos em Agosto e o calor aperta.
Reparem bem que quando não a nada para dizer geralmente falamos sobre as condições climatéricas, este tipo de abordagem geralmente ocorre em elevadores ou nas filas das finanças principalmente no último dia para adquirir o selo para ao carro, e nos dias seguintes.
Bem importa dizer que nas finanças cada vez vai haver menos este tipo de tertúlias em que a discussão anda a volta das condições climatéricas, a Internet e a vantagem de adquirir o respectivo dístico de uma forma cómoda e sem filas vai de certo mudar este hábito tão Português.
Podem perguntar as 4 individualidades que consultam este blog regularmente (Eu e mais 3). Português?! Porque?! Ora bem, a razão é simples só nós, nascidos em terras lusas gostamos de deixar tudo para a última, o que provoca as respectivas filas (Mais conhecidas por bichas), logo aquelas esperas em que a paciência requer-se situada nos seus melhores níveis e o não ser stressado ajuda e de que maneira, a possibilidade de no mínimo estar 45 minutos em frente a uma cachopa jeitosa sem nada para dizer torna a situação mais dolorosa, valha-nos o Tempo então... ;) (Calma que por esta altura do ano além de estar calor a cachopa pode estar semi-desnuda o que pode complicar a sensatez e a veracidade do clima) Continuando... Pertencer a uma fila tem a sua lógica da vida, começamos em último (Só se formos no penúltimo dia é que somos logos os primeiros), o tempo vai passando chega mais alguém e já não somos o último já temos alguém atrás e cada vez menos pessoal a frente, não tarda (20 minutos) e já estamos no meio da fila, olhamos la para trás e constatamos o que já andamos e vemos N gente a passar por onde já estivemos, continuamos a espera, somos cada vez mais primeiros, o tempo que nos resta na fila é cada vez menor (Só se o sistema bloquear) finalmente somos nós a ser atendidos, e vamos embora...

terça-feira, 12 de junho de 2007

Ser condutor é...

Cheguei a conclusão que conduzir uma viatura com rodas (convêm), pode provocar em nós uma mudança de carisma e atitude súbita, se pensam que não, é porque nunca conduziram, mas aposto que já assistiram ao condutor que vos transporta mostrar o pior que esta dentro dele. A razão pela qual isso acontece, eu não sei... (Consultar o livro dos porquês...) Antes de entrarmos dentro de um carro, somos uma pessoa dita 'normal', possuidoras de atitudes que todos nos reconhecem, pessoas de bem e bem-educadas, sempre prontas a fazer o bem e a ajudar o próximo e muito tolerantes, tal como eu! Entramos dentro de um carro, pronto, a partir de então, vamos passar a ser o oposto.Se encontramos um condutor a nossa frente que não assinala devidamente a mudança de direcção é sinónimo de nos terem ofendido brutalmente, logo esta acção merece resposta a altura, nada melhor que recordarmos os 'nomes' ofensivos com que éramos confrontados em pleno ensino básico e dirigir ao infractor de uma forma gestualmente sugestiva. Tudo isto dentro na nossa (ou emprestada) viatura. Mas e se isto acontecesse de uma forma ecológica, ou seja, íamos a pé na rua (no passeio e sem poluir) e a uma moça (boa) que muda de direcção sem avisar, enfiando-se no beco da esquerda, qual é a atitude a tomar neste momento? Não temos carro... E a cachopa até é gira, bonita e até vem de saia, é verão esta calor e trás decote... Vamos pelo beco que até esta sombra...